Coordenadores

COORDENAÇÃO

Bispo referencial
Dom Manoel João Francisco
Bispo emérito de Cornélio Procópio

Assessor Regional
Pe. Volnei Carlos de Campos
(41) 9 9195-3866
[email protected]

 

Introdução/Contextualização

No horizonte de sua missão evangelizadora assumida enquanto comunicação do Evangelho, “palavra e a presença transformadora de Jesus Cristo, na realidade em que se encontra”1, a Igreja assume o empenho ecumênico como “imperativo da consciência cristã”2. Neste sentido, a busca pela unidade nas diferentes interfaces que o diálogo assume se configura como elemento constitutivo do ser e do agir eclesial, na convicção de que a divisão e as ainda imperfeitas formas de comunhão “enfraquecem a Igreja no exercício de sua missão”3. Por sua vez, o reconhecimento da ecumenicidade da fé evidencia que a unidade e o diálogo acompanham todas as instâncias de vida eclesial. Na esteira destas constatações estão dispostos projetos e estruturas de articulação/organização que as tornam operativas e eficazes.

Entre os diferentes níveis da ação ecumênica na Igreja Católica, o Diretório para a Aplicação dos Princípios e Normas para o Ecumenismo (DAPNE) destaca o contributo singular das igrejas particulares, as quais se encontram em uma “posição muito favorável” para o estabelecimento de relações e iniciativas ecumênicas. Dois fatores evidenciam essa contribuição: a) a proximidade e envolvimento das dioceses com as características étnicas, religiosas, socioculturais em que estão inseridos; b) a organicidade e atuação em conjunto que envolve a caminhada das igrejas4. Assim, em sintonia com as orientações da Sé Apostólica e do colégio episcopal, as Comissões diocesanas e regionais, com seus devidos responsáveis, cooperam ativamente nesta tarefa à medida em que inserem o diálogo na pauta da reflexão e da ação pastoral.

Partindo desses pressupostos, entende-se que, além dos processos e demandas internos concernentes à sua articulação e gestão, é competência das Comissões Regionais e Diocesanas ajudar as igrejas locais a situarem teológica e metodologicamente o empenho ecumênico em suas diretrizes e planos pastorais. Trata-se de uma abordagem que não é meramente operacional, mas que envolve a partir de dentro a pastoral de conjunto, visibilizando a perspectiva ecumênica não como um adendo da ação evangelizadora, mas fonte de vitalidade e coerência evangélica para a mesma.

 

Objetivo Geral:

Evangelizar a partir de Jesus Cristo e sob o impulso missionário de Seu desejo de unidade (cf. Jo 17.21), em vista do testemunho comum da fé, da reconciliação e comunhão das igrejas, e do serviço evangélico à humanidade e à Casa Comum.

 

Objetivos Específicos:

  • Fortalecer a articulação da Comissão Regional a partir das representações das províncias, a fim de qualificar a organicidade e abrangência do empenho ecumênico no Regional.
  • Impulsionar a criação e estruturação das Comissões Diocesanas visando envolver ativamente as bases das comunidades eclesiais.
  • Oportunizar formação qualificada para os diferentes níveis da ação ecumênica no regional, em especial atenção aos ministros ordenados, lideranças eclesiásticas e grupos afins.
  • Atuar em cooperação com os diferentes organismos ecumênicos existentes no regional, a fim de potencializar as iniciativas de diálogo já existentes e intuir outros projetos comuns.

 

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1 CNBB. Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil. 2015-2019. n. 4.
2 JOÃO PAULO II. Ut Unum Sint. n. 8.
3 CONSELHO PONTIFÍCIO PARA A PROMOÇÃO DA UNIDADE DOS CRISTÃOS. Diretório para a Aplicação dos Princípios e Normas sobre o Ecumenismo. n. 19.
4 Ibidem. 37.38.

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