A Capela São João Paulo II está sendo erguida na Avenida Eduardo Burgardt, no Bairro Contorno, em Ponta Grossa. O seu diferencial está na arquitetura. Sua fachada terá a mitra (chapéu alto e pontudo usado por papas, bispos, arcebispos e cardeais) de João Paulo II e uma cruz, que, ao invés de estar no topo da igreja estará na lateral. A obra, que começou há três anos e tem conclusão prevista para o final de outubro, deverá custar R$ 1.500.000,00, em recursos doados pela comunidade. A capela atenderá os moradores dos conjuntos habitacionais Roma, Antares, Buenos Aires e Itapoá.

Primeiro, foi comprado o terreno. Depois, em 2014, o barracão, que custou R$ 50 mil e a Diocese nos ajudou com R$ 10 mil. O restante: materiais, mão de obra, tudo vem sendo doado. “E desde que iniciamos a intenção era fazer uma homenagem ao Papa João Paulo II. Conversamos com o bispo, que gostou muito da ideia e, em seguida, levamos o projeto a Mary Jean (Falavinha Barros), que nos confidenciou amar o Papa e prometeu fazer o melhor”, comentou o diácono Josoel da Cruz Borges, administrador da obra, que atenderá perto de quatro mil pessoas. A igreja está recebendo os acabamentos. Essa semana, estavam sendo colocados os vidros nas janelas. Serão 40 bancos, com capacidade para 460 pessoas sentadas.

A partir da colocação dos vidros, inicia-se a decoração interna. Devem ser criadas imagens, em vitrais ou pintura, de São Joao Paulo II, da Virgem e de dois anjos, que serão colocadas ao lado do altar. A todo, são 480 metros de área. Há salas de catequese, para dentista (com adaptação para cadeira odontológica), para médico, dois banheiros, inclusive adaptados para cadeirantes. Os serviços são acompanhados pelo engenheiro Valfrido Martins. “Como homenagem a João Paulo II, na frente da igreja foi feito o chapéu dele e erguida uma cruz, como se ele a estivesse segurando”, conta o diácono. “Só ali, três pedreiros ficaram 16 dias amassando ferro”, acrescenta o artista plástico Paulo Biscaia. “O mais difícil foi fazer o chapéu”, confirmou Hilário Carabinoski, que, ao lado de Amilton Santos, trabalha na obra há três anos.

Acontece missa semanalmente, reunindo, em média,150 pessoas, no andar de baixo. Segundo o diácono, no primeiro domingo após a Páscoa, o bispo rezará missa no Dia da Divina Misericórdia, ás 10 horas. “Desde o início, houve a Intercessão de são João Paulo. Há testemunhos de gente que recebeu graças dele”, assegurou o diácono.

 

 

 

Assessoria de Imprensa Diocese de Ponta Grossa

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