IMG_9562Aconteceu em Maringá – PR, nos dias 13 a 15 de setembro a 2ª Assembleia Geral da Comissão Regional da Pastoral Familiar (Sul 2), onde a prioridade escolhida foi: A EVANGELIZAÇÃO DAS  FAMÍLIAS com destaque para: catequese, grupos de reflexão, pais e  filhos, espiritualidade conjugal, juventude e noivos.

Na Relatio Synodi da III Assembleia Extraordinária do Sínodo dos Bispos, a terceira parte trata das perspectivas pastorais e os Lineamenta sugere cinco perguntas para aprofundar o tema do Evangelho da Família.

III Parte
O confronto: perspectivas pastorais

Ao aprofundar a terceira parte da Relatio Synodi, é importante deixar-se orientar pela viragem pastoral que o Sínodo extraordinário começou a delinear, radicando-se no Concílio Vaticano II e no magistério do Papa Francisco. Às Conferências Episcopais compete continuar a aprofundá-la, comprometendo da maneira mais oportuna todos os componentes eclesiais, concretizando-a no seu contexto específico. É necessário fazer de tudo para que não se volte a começar de zero, mas que se assuma o caminho já percorrido no Sínodo extraordinário como ponto de partida.

Anunciar o Evangelho da família hoje, nos  vários contextos (n. 29-38)

À luz da necessidade de famílias e ao mesmo tempo dos desafios, numerosos e complexos, presentes no nosso mundo, o Sínodo ressaltou a importância de um renovado compromisso em prol do anúncio, franco e significativo, do Evangelho da família.

Na formação dos presbíteros e dos outros agentes no campo da pastoral, como é cultivada a dimensão familiar? São envolvidas as próprias famílias? (23)

Há consciência de que a rápida evolução da nossa sociedade exige uma atenção constante à linguagem na comunicação pastoral? Como testemunhar eficazmente a prioridade da graça, de maneira que a vida familiar seja projetada e vivida como acolhimento do Espírito Santo? (24)

Ao anunciar o Evangelho da família, como se podem criar as condições para que cada família seja como Deus a quer e seja socialmente reconhecida na sua dignidade e missão? Que «conversão pastoral» e que ulteriores aprofundamentos devem realizar-se nesta direção? (25)

A colaboração ao serviço da família com as instituições sociais e políticas é porventura vista em toda a sua importância? Como ela é efetivamente levada a cabo? Quais são os critérios nos quais nos devemos inspirar? Que papel podem desempenhar, neste sentido, as associações familiares? Como tal colaboração pode ser apoiado também pela denúncia franca dos processos culturais, económicos e políticos que minam a realidade familiar? (26)

Como favorecer uma relação entre família – sociedade e política, em vantagem da família? Como promover o apoio da comunidade internacional e dos Estados à família? (27)

LITURGIA DIÁRIA

Últimos Posts