Na primeira assembleia do ano, participantes comentam suas impressões do encontro

São tradicionais os encontros dos bispos do Paraná, que se reúnem, ao menos, três vezes oficialmente durante o ano. A maioria dos integrantes do episcopado paranaense possui já muitos anos convivência nas assembleias do regional, mas, dentre eles, estão neste primeiro encontro de 2026, dois novos participantes: o bispo de Paranaguá, dom Paulo Alves Romão, e o administrador diocesano de União da Vitória, padre Antônio Carlos Rodrigues.

Dom Paulo tomou posse na diocese de Paranaguá em 27 de setembro de 2025, 10 dias depois da realização da última assembleia do ano do episcopado paranaense. A assembleia em Ponta Grossa estreia sua participação nos encontros anuais.

“Está sendo uma experiência muito rica. Porque tantos bispos que vivem nas realidades das suas dioceses, eu vejo que as dificuldades, os desafios e as conquistas são bastantes parecidos, até porque fazemos parte do mesmo regional. Já conhecia muitos bispos, mas essa proximidade e diálogo nesta assembleia está sendo muito rico para mim”, falou o bispo.

Há cerca de dois meses, o padre Antônio governa interinamente a diocese de União da Vitória, depois do então bispo diocesano, dom Walter Jorge, ser nomeado para a diocese da Campanha (MG). O sacerdote representa a sua diocese durante o período de vacância, em que se aguarda a nomeação de um novo bispo.

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Sobre sua participação na Assembleia, ele destaca estar sendo bem acolhido.

“Estou me sentindo muito bem, fui muito bem acolhido por todos eles, é uma convivência muito alegre, de Igreja, que a gente está tendo aqui com os nossos bispos do Paraná. A gente vai acompanhando as reflexões, as discussões que vão havendo durante esse encontro, isso vai aumentando também a experiência para que a gente possa depois conduzir a nossa diocese pelos caminhos de Deus, conforme deve ser”, ressalta.

O Código de Direito Canônico, no cânone 427, orienta que:

  • §1. O Administrador diocesano tem as obrigações e goza do poder do Bispo diocesano, excluídos aqueles que dizem respeito à natureza da coisa ou ao próprio direito.

Em resumo, o administrador diocesano age como um bispo interino, conduzindo a gestão diária e pastoral da diocese até a eleição do novo bispo. Entre as obrigações que compete somente a natureza do episcopado, estão as ordenações (diaconais, presbiterais e episcopais) e a administração do sacramento do Crisma.

Padre Antônio comentou sobre este período e a expectativa que vive em sua diocese para a chegada do novo pastor.

Assista aos relatos completos no vídeo.

 

Por Bárbara Gardim | Pascom da Diocese de Ponta Grossa (PR)

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