Para marcar o Jubileu de Prata de ordenação, José Adão Batisteti lança o livro “O Chamado ao Serviço e à Santidade”, refletindo sobre vocação, caridade e santidade no cotidiano cristão.
Em um tempo marcado por sofrimento humano, solidão e busca por sentido, o ministério do diácono permanente tem ganhado nova relevância na vida da Igreja. Presente em hospitais, nas visitas aos enfermos, no acompanhamento de famílias enlutadas e no serviço aos mais pobres, o diácono torna visível a dimensão da caridade cristã nas comunidades.
Hoje, o Brasil conta com cerca de 6,2 mil diáconos permanentes, número que vem crescendo nas últimas décadas desde a restauração do diaconato permanente pelo Concílio Vaticano II. A Igreja do Paraná possui, hoje, 875 diáconos permanentes e é a 3ª no mundo a ordenar um número grande de diáconos em uma celebração. No último dia 15 de fevereiro, na diocese de Palmas-Francisco Beltrão (PR), aconteceu a ordenação de 38 novos diáconos permanentes. O ministério diaconal se expressa no serviço da Palavra, da Liturgia e da Caridade, dimensões essenciais da missão da Igreja.
O diácono permanente José Adão Batisteti, da arquidiocese de Curitiba, celebra, em maio deste ano, o Jubileu de Prata de seu ministério, 25 anos de ordenação diaconal.
Para marcar a data, ele lança o livro: “O Chamado ao Serviço e à Santidade – Servir a Cristo sob o olhar amoroso de Maria”, pela editora Luz Editorial. A obra reúne reflexão espiritual, formação sobre o diaconato permanente e testemunho pessoal de fé.
Ao longo de sua caminhada pastoral, o diácono José Adão exerceu seu ministério especialmente no cuidado com os mais frágeis, atuando:
• na visita a doentes em hospitais
• no acompanhamento de famílias em momentos de luto
• na assistência espiritual a enfermos e seus familiares
• no serviço aos pobres
• no apoio pastoral a famílias em situação de fragilidade
O livro também apresenta um testemunho pessoal marcante. Durante sua trajetória ministerial, o diácono enfrentou graves problemas cardíacos, passando por cirurgias e internações em UTI. A experiência da fragilidade física aprofundou sua compreensão do sofrimento como lugar de missão e confiança em Deus.
Inspirada pelo Concílio Vaticano II e pelo magistério da Igreja, a obra recorda o chamado universal à santidade, vivido no cotidiano — na família, no trabalho e no serviço ao próximo.
“Deus me tirou do vale da morte para me devolver à missão. Descobri que a santidade começa quando aceitamos servir mesmo na dor.”
O lançamento do livro “O Chamado ao Serviço e à Santidade – Servir a Cristo sob o olhar amoroso de Maria”, editora Luz Editorial, acontece no dia 9 de maio, na Livraria Paulinas, em Curitiba, durante as celebrações pelos 25 anos de ordenação diaconal.
Por Danielle Sisti – Jornalista

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