quinta-feira, 22 fevereiro 2024

Testemunhos – Eu era forasteiro e me acolhestes em casa

eu-eraUm sofrimento que encontramos diante das nossas casas todos os dias, sob rostos diferentes, escrevem Viktoria e Laszlo da Hungria para exprimir o que estão vivendo neste período. Escutamos as palavras do Papa Francisco e agora tentaremos entender como colocá-las em prática ainda mais.

Já são muitos meses – continuam – que o fluxo de imigrantes é constante, todos os dias chegam à Hungria cerca de duas mil pessoas: famílias com crianças, extenuados, desesperados, doentes, sem documentos e sem nada, com a vontade decidida de prosseguir para a Alemanha ou outro destino. Não obstante o caos generalizado, inúmeras pessoas se movimentam e ajudam: organizações eclesiais assim como associações civis.

Colocamos em comum experiências e ideias – continuam Viktoria e Laszlo – e com o Núncio Apostólico, Dom Alberto Bottari de Castello, procuramos unir as forças e agir de maneira coordenada, para sermos mais eficazes. Estamos trabalhando junto a algumas ordens religiosas, entre as quais os Jesuítas que já têm um programa elaborado e grupos como a Comunidade de Sant’Egídio, que não possui somente organização e experiência, mas inclusive juristas especializados. As ações comuns já iniciadas têm também o objetivo de formação das consciências à acolhida, o que já começamos a fazer num acampamento de verão com 230 jovens» (Fonte www.focolare.org).