quarta-feira, 21 fevereiro 2024

Testemunho – O imprevisto

“No início da nossa vida matrimonial estávamos prestes a mudar de casa e recebemos a confirmação de que eu estava grávida do nosso primeiro filho. Imersos nessa situação, surgiu um imprevisto: um pequeno nódulo no seio. Os resultados dos exames foram claros: era um tumor maligno. Tanto para mim quanto para meu marido, que é médico, foi um golpe muito duro, o primeiro desta gravidade depois do casamento. Três dias após a consulta com o especialista eu fui operada. Na opinião dele e dos seus colegas, continuar a gravidez constituía um fator agravante para a doença: era necessário fazer, imediatamente, um aborto terapêutico para iniciar a quimioterapia. Porém, nós não queríamos aceitar essa indicação. Confiando em Deus, passei por consultas com outros médicos, procurando soluções alternativas. Depois, decidimos optar pelo parto cesáreo no sétimo mês de gravidez, quando a criança estaria perfeitamente em condições de sobreviver. Somente depois eu iniciaria a quimioterapia e a radioterapia. Desde então já se passaram oito anos e, atualmente, esperamos o nosso terceiro filho”. (M. D).

(Fonte: www.focolares.org)