Pastoral da AIDS

APRESENTAÇÃO

APRESENTAÇÃO

pastoral da aidsJustificativa

“Passou também um samaritano… aproximou-se, viu e teve compaixão…” (Lc 10,25-37). Comprometidas com o Projeto de Jesus Cristo em “defender e promover a vida”. O paradigma da parábola contada por Jesus ao doutor da lei, um daqueles entendidos de religião, serve também para orientar quem deseja se colocar a serviço dos que padecem por causa da doença.

De lado, há uma proposta de leitura muito comum e aceita por todos que é procurar seguir a sugestão de Jesus Cristo no final do relato: “Vá e faça a mesma coisa…”.

Logo, os cristãos se sentiram no dever de levantar aqueles que encontravam caídos à beira do caminho. Todos se sentem acusados nas pessoas do escriba e do sacerdote da parábola, que “viram e passaram adiante”, não se aproximando do caído. Todos se sentem motivados a assumir o papel do samaritano que “viu e teve compaixão”. Por isso, aproximou-se, cuidou de suas feridas e pagou para que fosse bem atendido até seu restabelecimento completo. Esta é a interpretação mais tranquila da parábola.

Mas há também uma leitura que propõe que é preciso tornar-se “caído”. Ou, seja Jesus convida a assumir o lugar do caído, pois só pode tornar-se próximo de alguém aquele que precisa. Somente quem experimenta na pele a dor do abandono, da marginalização pode deixar que aproximasse alguém que está fora do sistema, dos padrões estabelecidos. É preciso saber-se caído, pobre, para entender em sintonia com quem está à margem do caminho.

Há uma inversão. Pois na realidade, quem está caído é um judeu, alguém que está caído é um judeu, alguém que está dentro do sistema, em dia com a religião… Ele é o caído. Á beira da estrada ele se torna um fora da lei, um marginalizado, um necessitado. Quem está fora do sistema. Está identificação entre os que colocam fora do sistema. Esta identificação entre os que colocam no sistema. Está identificado que se dá a partir do olhar, do encontro com o outro, é capaz de gerar solidariedade.

Desta maneira, reconhecer-se limitado, imperfeito, necessitado é um modo de abrir-se à solidariedade e permitir a convivência, a solidariedade e a manifestação recíproca de compaixão.

Objetivo

Ser um serviço de acolhida e solidariedade e esperança as pessoas que vivem com HIV e AIDS sem preconceito, fazendo também trabalho de prevenção pela conscientização dos valores evangélicos, sendo presença misericordiosa.

Diretrizes

A implantação da Pastoral da AIDS, trás no bojo de sua fundamentação, além das diretrizes da Igreja a seguir apresentadas, a certeza de que conhecer Jesus Cristo é o melhor presente que qualquer pessoa pode receber e Tê-lo encontrado é o que de melhor pode ocorrer em sua vida.

As diretrizes da Igreja são:

  • “A Igreja faz a opção pela vida” (Doc. 87 da CNBB, n. 142).
  • “No rosto de Jesus Cristo, morto e ressuscitado, maltratado por nossos pecados e glorificado pelo Pai, nesse rosto doente e glorioso, com o olhar da fé podemos ver o rosto humilhado de tantos homens e mulheres de nossos povos e, ao mesmo tempo, sua vocação a liberdade dos filhos de Deus, à plena realização de sua dignidade pessoal e à fraternidade entre todos. A Igreja esta a serviço de todos os seres humanos, filhos e filhas de Deus” (DAp, 32).
  • “Em nossos dias, assistimos ao surgimento de novos rostos sofredores… É preciso assumir atitudes, não apenas em nível do anuncio do imprescindível valor da vida, mas também através de praticas que ajudem a vida a florescer e se manter” (Doc. 87 da CNBB, n. 143).
  • “A assistência precisa ser marcada pelo acolhimento sem preconceitos e discriminação, bem como pela defesa dos direitos das pessoas infectadas” (Doc. 87 da CNBB, n. 144).
  • “A Pastoral da AIDS se realiza em cinco direções: prevenção, intervenção, recuperação, ressocialização. Acompanhamento e apoio das políticas governamentais para combater esta pandemia. A prevenção baseada em critérios éticos e cristãos deve implementar a informação, promover a educação e levar a assumir atitudes responsáveis diante da epidemia” (Doc. 87 da CNBB, n. 144).
  • “Tornar visível o amor misericordioso do Pai” (DAp, 147).

Atividades Permanentes

  • Reuniões periódicas nas Arqui/dioceses.
  • Planejamento, articulação, avaliação e encaminhamentos.
  • Ajuda e acompanhamento na formação e organização nas Arqui / dioceses.
  • Realização de encontros e seminários em nível de Diocese, de Província e do Regional.
  • Visitas e acompanhamento hospitalares e domiciliares.
  • Celebração pelo dia mundial de luta contra a AIDS dia 1/ de dezembro
  • Celebração da vigília pelos mortos da AIDS no 3° domingo de maio.
  • Participação nas assembleias diocesanas e da Assembleia do Povo de Deus.
  • Visita da equipe do Regional às dioceses devidamente organizadas ou não, onde as mesmas deverão viabilizar o transporte até o local das atividades.
  • Participação em estancais de controle social (Conselhos, comissões, conferencias, fóruns).
  • Apoio as ONGs que está ligada a Igreja.
  • Ações de dialogo inter-religioso sobre as questões de DST/HIV e AIDS.

Organização

  • Representante Episcopal: Dom João Mamede Filho
  • Coordenadora: Nair Caetano de Oliveira Tomazzini
  • Vice-Coordenação: Kleber Fábio Mendes
  • Secretária: Evódia Koerich

COORDENAÇÃO

COORDENAÇÃO

 

Coordenador Regional
Gilvando Fabrício Arruda
Fone: (41) 99641-8535 (41) 3323-1043
E-mail: arrudagil@yahoo.com.br

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